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    <title>Blog do Torcedor Fogo</title>
    <link>http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br</link>
    <description>João Roberto é um niteroiense de 27 anos. Redator publicitário, apaixonado pela Estrela Solitária. Desde que o Mauro Galvão ergueu a sua primeira taça, lá em 89, ele se tornou um freqüentador assíduo das partidas do Glorioso. Um gordinho que nasceu com as veias alvinegras, mas que mesmo assim não cansa nunca de agradecer a seus pais por terem o feito feliz assim: BOTAFOGUENSE.</description>
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      <title>De casa novaFala, Zé! Desde o início você sabe que esse espaço aqui e a nossa adoracão pelo Glorioso...</title>
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      <pubDate>Qua, 30 Abr 2008 15:34:19 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;De casa nova&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! Desde o início você sabe que esse espaço aqui e a nossa adoracão pelo Glorioso só se sustentam porque estamos juntos. Em maio agora, completamos um ano dividindo muitas emoções. Você discordou, vibrou, xingou, elogiou, sorriu, lembrou, se motivou, se decepcionou, enfim, curtiu comigo cada momento dessa breve jornada. Nem preciso lembrar que eu continuo contando com a sua participação, né Zé!? Muito obrigado por tudo. Não adianta, ninguém calará esse nosso amor, nunca. Fogão rumo aos títulos agora no link:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;http://colunas.globoesporte.com/joaoroberto&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Te vejo lá. Abração, Zé! </description>
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      <title>O primeiro milho é dos pintinhosFala, Zé! Tem jeito não. Na lei da sobrevivência é assim: os mais fr...</title>
      <link>http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Qua, 30 Abr 2008 13:48:42 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;O primeiro milho é dos pintinhos&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! Tem jeito não. Na lei da sobrevivência é assim: os mais fracos enchem a barriga antes de todo mundo. A carniça está servida. Então, que eles aproveitem essa única semana para vender bastante jornal, para aumentar as audiências, para sorrir em reuniões da Federação, enfim, para festejar bastante. Não tem nada – eu disse NADA – decidido. Foi uma vitória bem magrinha no primeiro tempo. Na hora do “vamo ver” eu sou e sempre serei mais Fogão. Não é de hoje que clássico, ainda mais em decisão, é resolvido por detalhe. E o “pequeno” detalhe que nos fez perder ontem, chama-se banco de reservas. Poi Zé. Esquece a bola na trave e aquele rascunho de drible que o Eburraldo tentou fazer na intermediária. O que nos levou à derrota foi o banco. E por dois motivos. O primeiro porque realmente não tínhamos um jogador sequer, sentado na reserva, capaz de entrar em campo e colocar FOGO no jogo. O segundo porque realmente o nosso técnico mostrou que não queria vencer a partida. Impressionante o contraste. O Joel, que está longe de ser guru no futebol, colocou quatro atacantes e o Cuca, que está indo pro mesmo caminho que o Joel, colocou quatro zagueiros. Triste verdade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;“Ô, Cuca! Aprende uma coisa na sua vida. Não é só no futebol não. Em qualquer atividade, se não tiver o risco de perder, não ganha-se nada. Você quis garantir o quê? Um empate com a mulambada que vinha de 2 derrotas pra gente? Agora vem com essa historinha de que eles jogaram melhor. Uma ova, o jogo foi brigado de igual pra igual. Você entregou de bandeja essa vantagem pro urubu.” – desculpa, Zé, foi só um desabafo pra esse cara que está se achando o estrategista. Agora os jogadores vão ter que consertar essa burrada do comandante. Quem leu minhas colunas de 3, 4 meses atrás pode até achar inacreditável a minha próxima frase (eu mesmo achei que nunca iria escrevê-la), mas aí vai ela. O Alessandro fez uma falta danada ao time, no jogo de ontem. O lateral-direito nos desfalcou mais do que o próprio Jorge HENRYque, já que o Fábio se movimentou bem e procurou aparecer pras jogadas. O primeiro tempo da partida poderia ter sido disputado numa biblioteca, porque foi estudado, tenso, calado e, principalmente, sonolento. Uma verdadeira porcaria e a Ferj deveria devolver 50% do valor do ingresso. A nota triste ficou para o descontrole do Túlio Souza. Que morreu para o jogo logo no início.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No segundo tempo, a final aconteceu. Olhos ávidos por futebol tiveram um período de paisagem. O Renan, que jogou muito bem, começou fazendo uma belíssima defesa. Mas volto a dizer que acho uma covardia colocar o garoto nessa fogueira da final. Já vimos que o goleiro tem potencial, mas uma prova dessas pode queimar uma carreira promissora. Logo depois, o Fábio resvalou uma falta do Lúcio Flávio e a bola teimou em não sacudir o filó. O WellinGOOOL também perdeu uma cabeçada dentro da área. Parecia que a nossa primeira partida sem marcar estava se configurando. A constatação disso veio com a bola na trave do Eburraldo. “Como assim, ele perdeu?” Foi a pergunta que ecoava na arquibancada. “Claro, ele é mais um zagueiro que o Cuca botou pra jogar.” Foi a resposta evidente que acertava a questão. E, numa falha infantil - afinal tínhamos um zagueiro jogando na ponta-esquerda - a bola sobrou pros urubus contra-atacarem. 0X1 pra favela. De novo, triste verdade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, eles vão vir com 475 jogadores na contenção. E a gente terá a obrigação de partir pra cima. Nada anormal. Basta lembrarmos que já sapecamos 3 gols no lado do Rio que rouba, em duas partidas esse ano. Vamos com tudo, Glorioso. A força positiva pelo título é coletiva. Nós acreditamos nos nossos jogadores e domingo será a vez da raça dominante. Rumo ao Maraca. Domingo é dia de Título. Abraço, Zé!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Com ele, foi taça na mão e estrela no peito.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Gonçalves – Eita zagueiraço da nossa história. Marcelo Gonçalves Costa Lopes formou uma das melhores defesas que tivemos, ao lado do grande Wilson Gottardo. O que eles ganharam? Tá bom um Campeonato Brasileiro? Pois então, formaram a melhor cozinha de 1995, disparado. O capitão ainda ergueu o Cariocão de 1997. De vasta cabeleira, ele tinha uma categoria única, que o levou à seleção inclusive. Um grande jogador que ajudou o Botafogo a escrever parte da sua história com pena de pelicano, tal a sua nobreza em campo. Obrigado por seus serviços, Gonçalves. Obrigado por existir, Fogão!</description>
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      <title>Onde digo dedicação, digo Diguinho.Fala, Zé! Dedicação pelo Botafogo. Dedicação pela equipe. Dedicaç...</title>
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      <pubDate>Qui, 24 Abr 2008 12:13:54 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;Onde digo dedicação, digo Diguinho.&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! Dedicação pelo Botafogo. Dedicação pela equipe. Dedicação pela vitória. Dedicação pelo título. Acredito que o maior prêmio para o leão Diguinho é o nosso reconhecimento. Quanto mais partidas do Fogão a gente acompanha, mais a gente aplaude essa fera que tem como objetivo morder o tempo todo. O meio-campo desse ano tem pegada e o nosso motorzinho arma e desarma como poucos. Ver a raça e a paixão desse jogador é um alívio para a gente. Já disse e repito: o exemplo dele tem que ser amplificado pro time todo. Está sendo e vai ser ainda mais emocionante vê-lo levantar as Taças, porque esse sim está fazendo por onde. Ontem, mais uma vez, nos deliciamos com a dedicação em campo. Tudo o que a gente sempre pediu, a dedicação é Gloriosa durante os embates. Tá muito fácil fazer preleção no time do Botafogo. Só existe um caminho possível agora – o Título. Eles zombaram da gente com a valentia do choro e o troco agora tem que ser esculachante. Ganhar duas vezes do urubu é uma saída simples, basta olhar pras duas última partidas. Vamos com a Estrela toda!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Contra a lusinha de Sampa foi a mesma história. O time entrou obcecado pela classificação. Mas antes de falar sobre o jogo quero cornetar a diretoria do Fogão. Isso mesmo. Não me interessa que o time está num momento bom, decisivo. Fato louvável. O que a diretoria tem que fazer é se profissionalizar em administração de um estádio. A entrada do jogo de ontem foi vergonhosa, de novo. Quem comprou ingresso para o setor Leste, como eu, teve que enfrentar uma epopéia para entrar em casa. Notem bem. Eu contei. São apenas 12 roletas de entrada para a passagem de mais ou menos 8 mil pessoas. Um absurdo. Isso é acesso para clube de bairro. Depois reclamam que a torcida do Botafogo não comparece aos estádios, se nem a nossa própria diretoria consegue se estruturar para receber seu principal combustível. A indignação foi coletiva e o descaso da administração se repetiu mais uma vez, como na última partida contra o riverzinho. De que adianta se vangloriarem do melhor estádio da América Latina, se não conseguem melhorá-lo. De dentro de um camarote com ar condicionado vocês não detectarão problema nenhum. A gente quer solução e não o blábláblá de que a torcida precisa fazer isso ou aquilo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Voltando pro jogo. O time entrou, novamente, perdendo gol na mesma proporção dos novos casos de Dengue. Impressionante. O Jorge HENRYque então, está com um portifólio de lances desperdiçados bem vasto. Foi um 1º tempo em que os dois times mostraram vontade, mas o Fogão deixou de matar a partida logo. Esse jogo serviu para vermos uma coisa: não podemos queimar o garoto Renan nessa hora decisiva. Vamos acabar fabricando um novo Júlio Chester. Cadê o “experiente” Roger? O menino não pode ter essa responsabilidade toda. Mais uma vez o goleiro nos tira algumas horas de sono. O maestro Lúcio Flávio resolveu jogar e distribuiu bem a bola. Categoria ele sempre tem, a vontade é que ele deixa em casa, às vezes. Domingo temos que levar tudo pro Maracanã (que nunca apresenta problemas na entrada – pelo menos do nosso lado civilizado, não). As emoções mais à flor da pele ficaram para o 2º tempo. No princípio, o maestro cobrou uma falta letal que morreu no fundo da gaveta. 1X0 bem guardado. Daí em diante, eles apertaram a marcação e até dominaram um pouco a partida. O empate não tirou o nosso foco na vitória e a boa mexida do Cuca resultou no gol. Falta bem cobrada – de novo – pelo Lúcio e cabeçada mortífera do Fábio. 2X1 pra aliviar a moçada e definir o placar. Vitória suada, isso sim é Botafogo. O apito final deu início à decisão do Carioca. Agora a meta é faturar a mulambada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Domingo a vitória não será conseqüência, será a causa da nossa excelente fase. Vamos empurrar os nossos guerreiros contra comissão arbitral, federação, imprensa, jogadores, técnicos. Isso tudo só vai valorizar ainda mais a nossa conquista. E acredite: a nossa vez está próxima! Eu confio. Abração, Zé!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Com ele, foi taça na mão e estrela no peito.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Carlos Alberto Santos – Felizmente já tive outras oportunidades de falar desse mito, por aqui, no ano passado. Dos meio-campos defensivos que eu vi jogar, talvez esteja aí o maior de todos. Pelo menos, o mais clássico. Carlos Alberto Sousa dos Santos. Técnica incomparável, raça invejável e marcação impecável. Líder do time nos dois Cariocas de 89/90. Uma fera que, para nosso orgulho, tem total identificação com o Glorioso na sua carreira. Alegria é falar em Carlos Alberto Santos e lembrar do Botafogo. Felicidade é não esquecer do Fogão jamais.</description>
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      <title>A Taça de ChopeFala, Zé! Pode parecer meio maluco. Mas, ontem, enquanto a galera fazia a festa no ca...</title>
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      <pubDate>Seg, 21 Abr 2008 16:47:11 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;A Taça de Chope&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! Pode parecer meio maluco. Mas, ontem, enquanto a galera fazia a festa no campo eu viajava sozinho na arquibancada, imaginando aquela Taça erguida cheinha de chope. Imagine comigo como seria maravilhoso esse brinde, comemorando mais uma vitória em cima do florminenC. Sinceramente, nem considero a conquista de um turno do Campeonato Carioca um título. Mas tudo bem, acho justo que os nossos jogadores levantem a taça e aumentem a quilometragem da nossa sala de troféus. Bicampeão da Taça Rio. Comemoração merecida, vitória na raça. Em compensação, espero de verdade que eles tenham em mente uma única coisa: só poderão entrar de vez para a história do Botafogo, se ganharem do urubu nas próximas duas vezes. Esse sim vai ser o título para ser comemorado. Aliás, chegar na final do Cariocão já está virando a nossa rotina. 2006, 2007 e agora a vaga se repete (com direito a rima e tudo). Como em 2006, vamos ser Campeões Cariocas na bola. E a turma lá da Gávea já está até com a sensação de “Ih! Dessa vez vai ser diferente!”. Tremei, urubu, tremei. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ah! Já ia me esquecendo, tenho que falar sobre o jogo de ontem, né!? Nada de anormal. Todo mundo sabe que futebol decisivo é coisa pra macho e infelizmente essa é uma espécie ainda não encontrada lá nas Laranjeiras. A nossa vontade brilha nos olhos de cada Botafoguense e a festa maravilhosa da nossa torcida no maior do mundo foi contagiante. Até as frutas do lado de lá balançaram um pouco no cacho. O clima de final já tinha começado bem antes do jogo. Você acredita que os dirigentes do lado rosa, fizeram questão de escolher o uniforme só porque disseram que a nossa camisa branca estava nos dando sorte? Se preocupar com o armário é bem coisa de gente duvidosa. Resumo: eles fecharam o nosso ciclo, nesse ano. Perderam pra gente com a camisa branca, com a preta e agora com a tradicional – Alvinegra. Espero que no próximo confronto, a nossa diretoria providencie um quarto uniforme e eles venham com short marrom, para não evidenciarem ainda mais o medo do Glorioso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A partida começou estudada e os únicos lances de perigo do primeiro tempo terminaram na trave. O 1º foi a favor do jardim. O atacante deles deu dois gritos. Um quando sofreu o pênalti e outro quando quebrou a unha, chutando a bola na trave. Esse lance deu ainda mais gás pro nosso Fogão. Fomos pra cima e o Alessandro – que jogou bem – chamou o Júnior César pra dançar (notem que o tricolete pediu até beijinho) e esticou um canudo para selar a trave. A gorducha teimou em não morrer na rede. Fim de papo para os primeiros 2700 segundos. Intervalo tenso. Na volta, a correria continuou e o tempo foi passando com passadas largas. O Cuca mexeu bem na nossa equipe. Da metade do tempo pra lá, foi estimulante jogar com menos um e o time se superou. Vou direto ao ponto. 39 minutos da segunda etapa, a bola chega ao Fábio que bate cruzado. A bola, pererecada, encontra o herói do jogo. O Renato Silva, que está conquistando o seu espaço com superação, se esticou para entregar a redonda no fundo da rede. 1X0 que, naquela altura do campeonato, soava como goleada. Bicampeão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O jogo até que foi bom. O time se entregou e foi abençoado com a vitória no final. O melhor em campo pra mim, foi um cara guerreiro, que há tempos vem honrando a camisa do Botafogo: o Diguinho. Mas você consegue enxergar por que ele está nesse nível? Simples. Porque ele tem dois grandes jogadores ameaçando a vaga dele. Talvez seja essa a razão do sono freqüente do Zé Carlos e do Lúcio Flávio. Os dois estão absolutos no time titular e ninguém chega junto pela entrada no meio-campo criativo. Reforços, diretoria. Agora vamos lanchar a lusinha, na quarta. Numa festa inesquecível que o Engenhão verá pela primeira vez. Te vejo na nossa casa, heim. O time precisa da gente. Abração, Zé!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Com ele, foi taça na mão e estrela no peito.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Waltencir – Uma fera da lateral-esquerda que ganhou o seu primeiro título no próprio batizado: Waltencir Pereira Senra, nascido em Juiz de Fora. Chegou ao Glorioso em 1966 e rapidinho chamou a atenção do técnico Zagallo. Sua raça, segurança, lealdade e, principalmente, técnica, garantiram vida longa no Botafogo de Futebol e Regatas. Não é à toa que trata-se do terceiro jogador que mais atuou pelo Clube, com 453 partidas. Com a camisa Gloriosa foi Bicampeão Carioca em 67/68 e Campeão da Taça Brasil – Campeonato Brasileiro da época – em 1968. Tá bom pra você? Então, bate palma aí porque esse escreveu a nossa história com muito amor. Que ninguém jamais calará, não é verdade?</description>
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      <title>A nossa semana das amantesFala, Zé! Antes de qualquer coisa, deixa eu explicar o título de hoje para...</title>
      <link>http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Qui, 17 Abr 2008 13:23:28 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;A nossa semana das amantes&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! Antes de qualquer coisa, deixa eu explicar o título de hoje para as nossas mulheres: “Não é nada disso do que vocês estão pensando, acalmem-se”. Sabe o que é? É que a partida de ontem abriu uma breve seqüência de adversárias. Poi Zé. Sem covardia nenhuma, a gente está sendo obrigado a machucar uma turminha do sexo frágil. Ontem, nós encaramos com autoridade a portuguesa, com certeza. Domingo, a gente vai traçar as maquiadoras aqui do Rio. Isso, as garotas do pó-de-arroz. E na próxima quarta, a gente volta a bailar com as bigodudas lá de Sampa, só que agora no Engenhão. Sem ter que comprovar masculinidade, vamos continuar mostrando pra essas meninas quem é que manda. No Rio, o Fogão é o chefe da casa. A Estrela só recebe o artigo no feminino por uma questão gramatical. Se depender dos nossos guerreiros, a raça e a força dos homens imperam sempre. O time já está se acostumando a jogar decisão, e isso é coisa pra macho. Digo isso sem querer ser machista ao extremo, pois também conheço centenas de mulheres de fibra e coragem, o que não vem ao caso. Nada de “oba-oba” ou “já ganhou”, isso com a gente não funciona. Mas acreditar e dar força ao grupo é o nosso dever. Pra cima delas, Glorioso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De certo mesmo, é que o jogo de ontem foi ruim. Ruim por uma única coisa, que já está cansativo termos que ficar lembrando toda vez: quando a equipe deixa de lado a vontade de vencer, o carro pára, a coisa não anda. Não tem jeito, o nosso time é marcado pela superação e isso deve ser destacado para os jogadores a todo momento. Foi assim contra o boa vista, o riverzinho e agora com a lusa. Cada partida vale ouro. Os onze em campo têm que entrar para morder cotovelo. Jogar por um prato de comida, como a gente diz na gíria. O primeiro tempo foi uma tristeza, digno de puxar um edredom e se esticar em plena arquibancada para um cochilo. A portuguesa, como de se esperar, entrou de salto alto e saia rendada. Já a gente, entrou com a barriga estufada e um palito de dente na boca, como se estivéssemos acabado de levantar da mesa de um rodízio bem servido. Apatia e preguiça total. Passe errado pra todo lado, jogadas sem objetividade, enfim, pouquíssimo a se falar sobre os primeiros quarenta e cinco minutos (tanto que optei em escrever por extenso, para ver se ganhava mais algumas palavras).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O 2º tempo deu sinais de melhora e, logo aos 12 minutos, o grande artilheiro do ano – vamos contar só com os que jogam em time grande – manteve a excelente fase. Chute errado do Diguinho e aproveitamento perfeito do WellinGOOOL Carioca. Também, bem que me disseram:  “toda fera fica ainda mais perigosa quando está perto do ninho”. 1X0 pra presentear a família paulista do rapaz e, principalmente, a torcida do Botafogo, que lotou o seu espaço no Canindé. O time entrou numa zona de conforto que não me convencia e quis administrar o jogo. Até que numa bobeada total da zaga, o atacante deles (que já passou vergonha aqui em General Severiano) fez o gol de uma forma meio chocha. Três marcadores nem subiram direito pra cortar e o pior: o goleiro deu uma de telespectador na jogada. Pombas! Pelo menos pula nela e mostra serviço, caramba. Está ficando esquisito. Jogo sim, jogo não, o Castillo deixa um porém. Mas vamos dar o crédito agora e cobrar depois. Enfim, empatezinho magro que nos dá ainda mais força para o embate no Engenho de Dentro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A partir de agora, foco exclusivo no lado rosa da Cidade Maravilhosa. Temos que faturar o fluzinho e ir com tudo pra cima do urubu, mais uma vez. Uma vez não, desculpa, mais duas vezes. Para quem está, como eu, sem paciência para comentários da imprensa durante o jogo, dou uma dica simples que resolve tudo sem dor de cabeça: vá ao estádio e tire as próprias conclusões. Os ventos sopram ao nosso favor e por isso temos que esticar todas as bandeiras possíveis para que o Pavilhão Alvinegro esteja cada vez mais evidente, em qualquer ponto da cidade. Nos vemos no Bellini, domingo. Abração, Zé!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Com ele, foi taça na mão e estrela no peito.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Ricardo Cruz – Excelente goleiro que foi nada mais, nada menos do que BICAMPEÃO Carioca com o Fogão. Ricardo da Cruz Cerqueira praticamente lacrou o gol naquelas duas campanhas, sendo um dos menos vazados nas duas temporadas. Sempre passando segurança ao time e com muito boa colocação, ele fez a gente esquecer o período sem títulos e nos deu logo dois canecos seguidos. Um viva ao recheado bigode do Ricardo e à brilhante Estrela do Alvinegro.</description>
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      <title>A altitude da Estrela SolitáriaFala, Zé! Descobri. Enfim, descobri o motivo do chororô flamenguista,...</title>
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      <pubDate>Seg, 14 Abr 2008 10:00:04 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;A altitude da Estrela Solitária&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! Descobri. Enfim, descobri o motivo do chororô flamenguista, diante da fobia de jogar lá na Libertadores. Na verdade, eles não estavam com medo da altura da cidade de Cuzco. Eles tremeram na base só de saber que, ontem, encarariam a altitude de Jorge HENRYque, WellinGOOOL Carioca e Cia. Agora, a lista dos medos flamenguistas está completa: a altitude, a dengue e o Botafogo. O desnível no futebol é mais evidente do que na geografia. O melhor fica por cima sempre. E, toda vez, é compensador dar tchauzinho para urubu lá embaixo. Não tem jeito. Põe uma coisa na sua cabeça, definitivamente. Hoje em dia, quando o moço do apito não está na folha de pagamento da Gávea, o Fogão é absoluto contra eles. Com futebol jogado sem interferências – eu já tinha dito isso – aposto quanto você quiser. A vitória é e será nossa. O episódio de ontem valeu por uma única coisa: agora eles têm certeza que a gente não é aquela sobra que veio lá de Portugal. Com a gente o buraco é mais embaixo. Sem essa de criar rivalidadezinha de derrota. Em decisão a gente chega junto mesmo. Demos logo uma sapecada de 3, com “T” maiúsculo. Indiscutível. Tudo pra eles lembrarem que, quem brinca com Fogo amanhece mijado. Dessa vez, quero ver o porcalhão do Souza esfregar os olhinhos quando comemorar um de seus míseros gols. Esse então, nem merece o nosso comentário, pois trata-se de um famigerado fanfarrão, que não agüentou a pressão e pediu para sair, ainda no intervalo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Adoram dizer por aí que com a gente tudo é sofrido. Bem, se for assim, ontem não teve graça nenhuma pra nós. Poi Zé. Porque foi fácil demais. E quando o santo é muito, a esmola desconfia. Espero sinceramente que o lado rosa do Rio endureça a final um pouco, pelo menos. Me arrisco a dizer que, se essa semifinal fosse contra o boa vista, a partida seria bem mais emocionante. O jogo começou anunciando o vencedor. Na primeira jogada de perigo, cabeçada do Fogão na boca da favela. O WellinGOOOL, que já sabe que o seu oficio é caçar urubu, quase abriu o placar. Algo que ele faria logo depois, no fim da primeira etapa. Escanteio cobrado pelo Maestro, escorado pelo Zé Carlos e festejado pelo nosso artilheiro. Uma jogada ensaiada que o pó-de-arroz já tinha experimentado na Taça Guanabara. 1X0 com a marca do goleador, pra variar. Veio o intervalo e com ele um tempinho pra refrescar o calor que fazia no maior do mundo. Na volta pro jogo, me deparo com a seguinte cena: os jogadores do flazinho foram até o juiz. No mínimo, perguntavam porque ele não estava fazendo como o Beltrami, o Moutinho e o Marcelo. Será que a grana do Márcio Braga não havia pingado? Só restava reclamar mesmo. Na bola não ia dar. E não deu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O nosso time voltou com muito mais vontade. Dispostos a resolver a parada, todos estavam certos da vitória. O Alessandro treinou na primeira jogada e acertou na segunda. Dois lances idênticos, que tiveram desfechos contrários. O primeiro saiu pela linha de fundo. E o 2º teve uma matada dentro da área, digna de craque, e uma amortecida na rede, bem no cantinho. 2X0 suave pra premiar a excelente atuação e afirmar ainda mais o nosso lateral-direito. Daí pra lá, o Fogão perdeu muitos gols e isso incomodou um pouco. Mas aí, o cotoco que bate em gandula, derrubou o Jorge HENRYque dentro da área e o juiz não teve medo de marcar. Pênalti que o Maestro tratou de guardar no seu devido lugar. 3X0 pra lavar a alma e definir o jogo. Bonito. Daqui pra frente, entrar em campo contra o menguinho e fazer menos do que 3 gols, sendo um deles do WellinGOOOL Carioca(das duas últimas vezes foi assim), é inadmissível. O Glorioso está arrasador e aqui no Rio o que vem a gente traça. Domingo será a vez das flores lá das Laranjeiras – nome de estádio de machão. Antes a gente vai machucar um time feminino de São Paulo. A portuguesinha vai sentir o peso da Estrela também. Te vejo na terra da garoa. Abraço, Zé!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Com ele, foi taça na mão e estrela no peito.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Djair – O nome todo dele é Djair Kaye de Brito. Natural de Nova Iguaçu, começamos a descrever um meio-campo acima da média. De toque refinadíssimo, o grande Djair me fez entender o que era uma virada de jogo com perfeição. Batia na bola como poucos. Errar passes nunca foi do seu feitio. No seu dicionário, a palavra vitória tinha mais significado. Nascido em nossas categorias de base, esse menino brilhou no mundo e, é claro, no Fogão. Como por exemplo no Carioca de 1997, quando comandou o time com lançamentos clássicos. É Campeão, Fogo!</description>
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      <title>A seguir cenas do próximo capítuloFala, Zé! Já estava mais do que anunciado que essa seria a semana ...</title>
      <link>http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Qui, 10 Abr 2008 11:31:37 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;A seguir cenas do próximo capítulo&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! Já estava mais do que anunciado que essa seria a semana do Glorioso, dividida em dois atos. Poi zé. Dois jogos importantes que estão se resolvendo de uma forma muito simples: duas vitórias. Ontem, deu a lógica e domingo dará futebol bem jogado. Ou seja, Fogão na cabeça. Tenho certeza que vamos fechar essa semana decisiva de forma triunfante e a segunda-feira terá sabor de ressaca, com nossos jogadores ganhando folga pelo dever devidamente cumprido. Sem essa de que estamos com excesso de confiança ou contando com o ovo dentro da galinha. Quando é tudo ou nada, o racional se apaga e o emocional toma conta do pedaço. Qual é o nosso papel? TORCER. Então, o que nos resta? CONFIAR. Não me venha com blábláblá e poréns. Se você quer ler críticas, releia as duas últimas colunas. Hoje, a meta é passar muita energia positiva para esse grupo, que merece o nosso prestígio. De todas as formas temos que empurrar ainda mais valentia para quem vai à frente de batalha. Contra a mulambada, a entrega tem que ser ainda maior. De ingresso na mão, te afirmo que esse será o domingo da bonança. Assim como ontem, temos que surpreender quem for ao campo, mostrando a força da nossa torcida e do nosso futebol.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sobre o jogo passado tenho uma alegre constatação: o bom futebol voltou e a galera compareceu em massa para mostrar que estamos de mãos dadas pelos títulos. A turminha do Piauí se arrependeu por ter mexido com Fogo e agora vai voltar pra casa sem a vaga e com muita história pra contar. O Jogo foi um verdadeiro m-a-s-s-a-c-r-e. Nós não perdemos gols, a gente guardou munição para usar no domingo. Foi ataque contra defesa. Eles vieram de peixeira na mão e desceram a lenha em cima da gente. Quando não se tem técnica, a violência prevalece. Em compensação, o nosso time tocou bem a bola e administrou a partida com excelência. Vale lembrar que, pra domingo, a postura deve ser outra. A atenção e a vontade precisam ser redobradas. Mas acredito que em certo momento o Fogão optou por se poupar um pouco. Afinal, a bateria tem que estar novinha para encarar o urubu. A única ressalva que tenho da partida do Engenhão é para a diretoria, que subestimou a torcida Gloriosa e não preparou a casa para receber os verdadeiros donos dela. Um desrespeito total, que resultou na abertura forçada dos portões e muita desorganização. Pelo visto, planejamento é uma palavra em grego para quem preparou essa partida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, na concentração da Granja Comary, a pauta das reuniões e preleções para o embate de domingo deve ser o exemplo dos 2 maiores leões em campo, nesta quarta: Diguinho e André Luis. Esses guerreiros foram impecáveis. O primeiro comandou o meio-campo distribuindo muito bem a bola. E o segundo se destacou pela seriedade e abertura do placar. 1X0 que quase furou a rede, ainda no 1º tempo. Na segunda etapa, o time voltou disposto a liquidar a fatura. E logo aos 3 minutos, o Zé Carlos alçou na pequena área e o artilheiro da temporada (preciso dizer o nome?) testou a pelota pra morrer no fundo da tarrafa. 2X0 pra gritar “Ô, ururbu. Pode esperar. A sua hora vai chegar!”. O WellinGOL não perdoa e lembre que contra o menguinho ele adora marcar. Deixou o seu selo nas duas vezes que jogou. Enfim, esse tal de river aí já é passado e agora vamos focar em vencer o lado do Rio que rouba.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É óbvio que vamos juntar as nossas vozes, no Maraca de domingo, para levar o Botafogo a uma revanche definitiva contra o menguinho. Se eles tem medo até de altitude, vão tremer quando sentirem – mais uma vez – o brilho altivo da Estrela Solitária. Esse fim de semana será nosso. Abração, Zé!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Com ele, foi taça na mão e estrela no peito.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Paulinho Criciúma – Um ponta-de-lança que, por pura garra e determinação, caiu nas graças da nossa exigente torcida. Artilheiro da equipe Campeã Carioca de 1989, em cima do urubu, é claro. Herói daquele título invicto. Que a sua lembrança nos inspire para domingo. Paulo Roberto Rocha, nascido em Santa Catarina e brilhante em General Severiano. O Salvador da Pátria Alvinegra chegou a ganhar o apelido de “Sassá”, devido ao sucesso do personagem novelístico da época. Como ele mesmo definiu – palavras do craque – “O BOTAFOGO É MAIS QUE UM TIME, É UMA PAIXÃO INCONTROLÁVEL”. </description>
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      <title>O estoque de paciência está acabandoFala, Zé! Não sei se você lembra, mas no início desse ano, a teo...</title>
      <link>http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Dom, 6 Abr 2008 15:59:08 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;O estoque de paciência está acabando&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! Não sei se você lembra, mas no início desse ano, a teoria da nossa diretoria e da comissão técnica era o seguinte: “Todos podem ficar tranqüilos, pois aprendemos com os erros do ano passado e para essa temporada o Botafogo terá um elenco mais homogêneo e, conseqüentemente, mais forte”. Mas na prática, temos a repetição da história do ano passado, infelizmente. Boas contratações vieram, o bom nível do time titular foi mantido, senão melhorado - feito já reconhecido por todos - mas a tristeza em olhar para o banco de reservas continua exatamente a mesma. Hoje, para mim, o Fogão tem 11 titulares em condições de brigar com qualquer um e... e mais nada. Onde estão os reservas que podem entrar no meio da partida e mudar o panorama do jogo? Se nem entrando desde o início eles conseguem valorizar a oportunidade, imagina com a responsabilidade de melhorar o esquema? A expressão “reforços de bom nível para o Botafogo” só não é uma verdade evidente para quem torce contra nós.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ontem, alguns reservas mostraram total desinteresse em fazer parte do time titular. Sinceramente, não entendo como um trabalhador, que busca ascensão profissional, joga fora a chance de mostrar serviço. Vejamos alguns exemplos. O Édson, que estava numa tarde infeliz, não teve a concentração necessária. Tudo bem, já estamos classificados, mas eles deveriam ter jogado com mais seriedade. O Botafogo perdeu quando podia perder o escambau. O Fogão não pode entrar pra perder em hipótese alguma, ainda mais contra o boa vista, po...pomba. Desculpa, quase baixei o nível. Tem jogador no  nosso grupo com o que eu chamo de síndrome de Joílson, pois acham que jogam mais do que realmente jogam. Esse Eduardo foi campeão do quê no futebol? Abedi encantou onde? Marcelinho tem técnica pra quem? São jogadores com potenciais, mas eles deveriam desempinar o narizinho e tratar de jogar bola, porque ninguém sobrevive de eterna promessa. Eu achei que jamais diria isso, mas em termos de vontade, o Renato Silva e o Alessandro estão dando aula, pois reconhecem as suas enormes limitações e as compensam com raça e entrega dentro de campo. Não é à toa que conquistaram as vagas e, aos poucos, a torcida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O jogo se anunciou sonolento e se concluiu da mesma forma. Eu e meus irmãos de arquibancada já sabíamos que tínhamos saído de casa por pura paixão. O pênalti que nós convertemos, na minha opinião, não aconteceu. 1X0 bem batido, mas meio sem graça. Em compensação, note que a moça que trocou o batom pelo apito, depois, deixou de marcar uma falta dentro da área escandalosa a nosso favor. Ficou ela por ela, literalmente. Em seguida ao gol, a zaga, no maior estilo “Os trapalhões” deu um presentaço pro atacante deles. Empate. De novo a pergunta: O que o Castillo foi fazer lá fora, se o zagueiro estava na jogada? Segunda vez que ele faz isso. Assim como a juíza, a marcação estava completamente perdida. O que vimos de dois marcadores em cima de um adversário com a bola, não foi brincadeira. E outra: não temos jogada pelas pontas, toda hora a opção é entrar pelo meio. Só isso?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim como em Bacabal, contra o Bacaxá o segundo tempo conseguiu voltar ainda pior. Fizemos por onde ter essa mancha na boa campanha desse ano. Resultado: eles marcaram mais duas vezes, podendo ampliar. Saí do Engenhão envergonhado com o 1X3 e garanto a você que muito reserva saiu dali para jantar com a família, tranqüilamente. Por mim, algo deveria ser feito, a nossa geladeira – que está vazia – deveria ser aberta para receber algumas peças. Eles têm que aprender que onde quer que o manto Glorioso entre pra jogar, a gana por vencer deve estar estampada em cada olhar. Nesse meio de semana o Clube precisa do nosso apoio. Vamos ao Engenhão empurrar o nosso time rumo à Libertadores. Sem falta, te vejo no Engenhão, heim. Abração, Zé!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Com ele, foi estrela no peito e taça na mão.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Josimar – Carioca da gema, Josimar Higino Pereira foi um grande lateral-direito que vestiu o manto Glorioso. Rapidez e técnica na dose certa. Um dos nossos maiores pilares para o histórico título Carioca de 1989, em cima da mulambada. Suas excelentes atuações nos fizeram lembrar daquele Josimar impiedoso da Copa do Mundo de 1986, no México. Como vive, hoje, uma situação ruim, o Botafogo resolveu ajudá-lo, trazendo-o para dar sua experiência ao grupo na comissão técnica. Tenho muito orgulho de torcer para um clube que sabe reconhecer e valorizar a tradição do seu passado. O BRILHO do Botafogo nunca se apagará.</description>
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      <title>Chame aquilo do que você quiser,menos de gramado.Fala, Zé! Saibro pintado de verde, ralador de joelh...</title>
      <link>http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Qui, 3 Abr 2008 10:57:06 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;Chame aquilo do que você quiser,&lt;br/&gt;menos de gramado.&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! Saibro pintado de verde, ralador de joelho, pasto de gafanhoto, sertão com arquibancada ou até mesmo &lt;i&gt;off-road&lt;/i&gt; pra formiga. A única coisa que não define aquele espaço de terra, onde jogamos ontem, é campo de futebol. O quê era aquilo? Qualquer coisa rola ali, menos a bola, que quicava mais do que milho em panela fervendo. Tudo bem que isso não é escudo para a péssima atuação que tivemos, mas não estamos acostumados a jogar nessas condições de horta mal cuidada. Lembre-se que a gente treina em General Severiano, Caio Martins, Engenhão e não na Gávea. Além das quatro linhas reduzidas, o que tinha dentro delas estava mais castigado do que parque cuidado pela prefeitura. E pra piorar, quase que a gente joga com traves-anãs. Poi Zé! Se não fosse um reconhecimento prévio do gramado, jogaríamos com as traves aterradas cerca de 16 centímetros. Seria trágico se não fosse cômico. Essa é a realidade do futebol brasileiro, infelizmente. Agora, aqui no Rio, que a delegação do orríver traga algum responsável por aquele “estádio”, para verem de perto o Estádio mais moderno da América Latina. Em campo, serão dois opostos. Fora dele, também.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Realmente o jogo de ontem foi de uma infelicidade medonha. Não vou colocar a culpa da nossa derrota, no campo mal cuidado. Até porque, ruim pra um, ruim pro outro também. Então a diferença se dá pela vontade de vencer. A experiência de jogar em um gramado como aquele é igualzinho à de jogar no meio de um temporal. Se não dá pra entrar tabelando, o jeito é arriscar de fora da área. E isso foi uma coisa que fizemos muito pouco ou quase nada. Até quando, vamos ficar nos escorando no discurso de que já estamos classificados e pensamos lá na frente? Não importa a situação. O que vale é entrar pra vencer, sempre. Estou começando a concluir um fato: muito se fala sobre a zaga, os laterais, mas estamos deixando de lado um “problema” nesse elenco. Quando o meio-campo de criação não está bem, quem entra pra dar conta do recado? Infelizmente não temos um outro bom camisa 10 para fazer sombra ao Zé Carlos e ao Maestro Lúcio. Isso é preocupante. Temos que correr atrás de reforços. Urgentemente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem viu os melhores momentos do jogo de ontem, sabe certinho o que aconteceu. Sem a bola rolando, o caminho foi apertar a marcação e não dar espaço para chutes lá de fora. E foi aí que nós perdemos. O primeiro tempo anunciou a superioridade do Fogão. O time do ríver ficou acuadinho no seu pequeno espaço. A falha do Castillo até brochou um pouquinho o time. 0X1 pros caras. Uma pena. Mas a balaço do WellinGOL funcionou como um Viagra para nos reerguer no jogo. 1X1 como uma pintura. Antes, a gente tinha o artilheiro dos gols bonitos. Agora, a gente tem o artilheiro de todos os gols. Bonitos, feios, importantes, normais, não interessa. Com o WellinGOL é bola na rede e assunto encerrado. Fomos pro intervalo confiantes na vitória e voltamos prontos pra perder. Desinteressados, acabamos levando o gol logo no começo. Como? De fora da área, é claro. 1X2 definidor. Ainda perdemos algumas chances claras e tudo fica para ser decidido aqui em casa, semana que vem. Tem problema não.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bem, vou aproveitar esse nosso espaço, que é bastante visitado, para mandar um recado ao presidente do são paulo: “Caríssimo, vou lhe falar sobre a qualidade do profissional Renato Silva. Trata-se de um zagueiro de pura técnica, raça e categoria. Um jogadoraço que teve uma trajetória excelente no Fogão. Ele era reserva do Juninho por pura teimosia do Cuca. Ele encantou a todos os torcedores desde o início. Assisto aos jogos do sampa e tenho certeza que essa é a peça que falta na sua equipe. Posso estar enganado, mas acho que o Bebeto aceita a troca pelo Dagoberto e mais uma compensação financeira. Tenta. De repente, você consegue”. Fico na esperança e te vejo, sábado, no Engenhão. Abraço, Zé!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Com ele, foi estrela no peito e taça na mão.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Aida dos Santos Menezes – Está aí a atleta Botafoguense mais falada. Foi campeã carioca, brasileira, sul-americana, ibero-americana e luso-brasileira, destacando-se ainda com a obtenção de duas medalhas de bronze em pentatlo, no panamericano de 1967 (Winnipeg) e de 1971 (Cáli). Nas Olimpíadas de Tóquio, em 1964, foi 4º lugar no salto em altura, com 1,74m. Isso só é a melhor classificação olímpica do atletismo feminino em todos os tempos. Aida sócia emérita e membro do Conselho Deliberativo como benemérita, um reconhecimento a mais uma grande figura do nosso esporte. Viva o Botafogo!</description>
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      <title>Um gol pra cada divisão que eles disputaramFala, Zé! 3 (três). Está aí um número bastante significat...</title>
      <link>http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br</link>
      <pubDate>Seg, 31 Mar 2008 12:42:36 BRT</pubDate>
      <description>&lt;base href=&quot;http://www.blogtorcedorfogo.globolog.com.br/&quot;&gt;&lt;h1&gt;Um gol pra cada divisão que eles disputaram&lt;/h1&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fala, Zé! 3 (três). Está aí um número bastante significativo para a turminha duvidosa lá das Laranjeiras – nome de estádio de machão, Laranjeiras. Muitos acham que o fundo do poço de um time grande é o rebaixamento para a segunda divisão. Eu queria que esses mesmos pensadores me respondessem: então o que significa um bi-rebaixamento, onde o destino final é a terceirona? Não tem plano de saúde no mundo que consiga fazer um tratamento para apagar essa cicatriz. O fluzinho chegou na beirinha do amadorismo e voltou. Chegou até a jogar contra atletas cujo o futebol era a segunda profissão. Triste, mas verdade. Sinceramente, achei importante o soerguimento deles – apesar da rivalidade, trata-se de um time importante aqui no Rio – mas esse título ninguém vai tirar deles nunca. Terceirona! Cientes disso, nossos jogadores do time principal e dos juniores, ontem, resolveram lembrar essa fase marcante da história deles (ou delas, não sei). Sapecamos logo três gols no lado rosa do Rio. E nas duas partidas, preliminar e principal. Um gol para cada divisão que eles disputaram. E nem me venha com essa de que o Thiago Neves Futebol Clube veio com a equipe reserva, porque esse time de um jogador só não merece essa mídia toda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Antes de qualquer coisa: para falar do jogo de ontem, é preciso começar pelo minuto de silêncio feito antes da bola rolar no segundo tempo. Não estranhe, é isso mesmo. No iniciar da segunda etapa, foi feito um instante fúnebre pelo falecimento do primeiro tempo. O primeiro tempo foi mais morto do que aquele mar lá do Oriente Médio. Pouquíssimo se jogou bola e aquela sensação de “O que estou fazendo aqui?” se espalhou na Arquibancada. Um intervalo onde pedíamos uma substituição apenas: que entrasse a vontade de vencer no lugar daquela apatia que contaminava a equipe. E parece que a nossa sugestão foi ouvida. Exatamente por isso, não é bom estendermos muito o papo sobre os primeiros 45 minutos e o melhor é pularmos logo pro tempo complementar. Mesmo assim vale registrar que o domínio territorial foi sempre do Fogão nesse período de amnésia futebolística.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Que me perdoe o nosso grande camisa 10, mas o maestro de ontem foi o valente Lúcio Fábio. Ele jogou como um verdadeiro armador e foi fundamental nas jogadas mais objetivas do time. O atacante jogou muito bem no segundo tempo e mereceu o título de melhor homem em campo. Ele voltou do vestiário querendo recuperar o tempo perdido e logo a um minuto arrancou pra área e diagonou a bola pro meio, deixando o WellinGOL de frente pro crime. Aí, amigo, fecha o olho e corre pro abraço, porque a fase do artilheiro está imperdoável. 1X0 pra estufar a rede. O Fábio continuou fazendo muito bem o trabalho de pivô e numa girada rápida dentro da área, só restou ao marcador derrubá-lo. O tal de Gustavo Nery nem viu a passagem do rapaz. Pênalti claro que o maestro mais tradicional do time matou de forma assertiva. 2X0 no ritmo do Axé do Lúcio Flávio: “Jogue as mãozinhas pro céu e pula”. O golzinho deles não diminuiu o nosso objetivo e, quase no fim, o Jorge HENRYque (que ontem jogou mal) deixou o dele com oportunismo. 3 a 1 para afirmar ainda mais a nossa superioridade. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora a gente é líder geral da Taça Rio. Tanto no lado A, quanto no lado B. E por sinal diziam que o grupo deles era mais disputado que o nosso, mas atente-se pra uma coisa: entre os pequenos, as vitórias são sempre do nosso grupo e agora fica mais evidente o nível um pouco melhor do lado de cá. Nada mais justo que o cruzamento para comprovar. Essa semana, faremos uma excursão ao Nordeste. Que os nossos Alvinegros de lá recebam os nossos craques com todas as honras gloriosas que eles merecem. Nos vemos em Bacabal. Abraço, Zé!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;b&gt;Com ele, foi estrela no peito e taça na mão.&lt;/b&gt;&lt;br/&gt;Zezé Moreira – De nome Alfredo Moreira Júnior. Quando jogador, teve o privilégio de começar e terminar sua carreira no Botafogo. Como técnico, também iniciou sua trajetória no Glorioso e foi logo sagrando-se Campeão Carioca, em 1948. Uma fera que chegou à seleção e contribui muito para o futebol brasileiro estar onde está. Trouxe para o Brasil a chamada marcação por zona, em substituição à obsoleta estratégia de marcação homem-a-homem. Então, quando se fala em figuras importantes do futebol brasileiro que escreveram seus nomes na história mundial do esporte, é uma injustiça esquecer Zezé Moreira. Avante, Fogão!</description>
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